sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Somos aquilo que pensamos
Somos aquilo que pensamos!
por Líssia Pinheiro
Profilaxia da Síndrome de Burnout através das Bioenergias
Este artigo tem como objetivo fazer um análise da Síndrome de Burnout e de como as nossas próprias energias influenciam e interferem de maneira positiva e/ou negativa no nosso comportameto consciente ou inconscientemente.
Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido por Herbert J. Freudenberger, no início dos anos 1970 após constatá-la em si mesmo, como "(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional".
A Síndrome de Burnout (do inglês "to burn out", queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional.
Esta síndrome foi observada originalmente entre os professores, hoje, entretanto, já se observa relação direta com profissões consideradas de ajuda, onde exige do profissional um contato mais direto com pessoas, tais como médicos, psicólogos, assistentes sociais, bombeiros, enfermeiros, atendentes de público em geral, telemarketing, comerciários e outros.
A pessoa com essa síndrome sente-se consumida física e emocionalmente, é caracterizada principalmente por uma exaustão emocional, uma espécie de esgotamente físico e emocional do qual o indivíduo sente apatia, depressão, falta de motivação, insatisfação ocupacional, frustração, falta de autoconfiança, pouca autonomia na vida e no desempenho profissional, gerando assim problemas nos relacionamentos interpessoais (pessoais e profissionais). Esses sintomas característicos da Síndrome de Burnout também são estudados e pesquisados como consequência de quadros clínicos de estress crônico, onde a pessoa pode apresentar ainda comportamento agressivo, irritadiço e uma certa insensibilidade e/ou indiferença em relação a si e aos outros.
Podemos estabelecer uma estreita relação da Síndrome de Burnout com a falta do domínio e/ou desconhecimentos das próprias energias e de como controlá-las a favor de si e dos outros.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Fi Eternamente Responsável
Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas...Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, pois cada pessoa é única, e nenhuma substitui outra.Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós.Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo.Há os que levam muito; mas não há os que não levam nada.Há os que deixam muito; mas não há os que não deixam nada.Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente que duas almas não se encontram ao acaso." "Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas..."
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
¡Loco! ¡Loco! ¡Loco!
Las tardecitas de Buenos Aires tienen ese que se yo, viste?
Salgo de casa por Arenales, lo de siempre en la calle y en mi...
Cuándo, de repente, detras de un árbol, se aparece el.
Mezcla rara de penultimo linyera
y de primer polizonte en el viaje a Venus.
Medio melón en la cabeza,
las rayas de la camisa pintadas en la piel,
dos medias suelas clavadas en los pies
y una banderita de taxi libre levantada en cada mano.
Parece que solo yo lo veo,
Porque él pasa entre la gente y los maniquíes le guiñan,
los semáforos le dan tres luces celestes
y las naranjas del frutero de la esquina
le tiran azahares.
Y así, medio bailando y medio volando,
se saca el melón, me saluda,
me regalo una banderita y me dice:
(Cantado)
Ya sé que estoy piantao, piantao, piantao...
No ves que va la luna rodando por Callao,
que un corso de astronautas y niños, con un vals,
me baila alrededor... ¡Bailá! ¡Vení! ¡Volá!
Ya sé que estoy piantao, piantao, piantao...
Yo miro a Buenos Aires del nido de un gorrión
y a vos te vi tan triste... ¡Vení! ¡Volá! ¡Sentí!...
el loco berretín que tengo para vos.
¡Loco! ¡Loco! ¡Loco!
Cuando anochezca en tu porteña soledad,
por la ribera de tu sábana vendré
con un poema y un trombón
a desvelarte el corazón.
¡Loco! ¡Loco! ¡Loco!
Como un acróbata demente saltaré,
sobre el abismo de tu escote hasta sentir
que enloquecí tu corazón de libertad...
¡Ya vas a ver!
(Recitado)
Y asi diziendo, el loco me convida
a andar en su ilusión super-sport
Y vamos a correr por las cornisas
¡con una golondrina en el motor!
De Vieytes nos aplauden: "¡Viva! ¡Viva!",
los locos que inventaron el Amor,
y un ángel y un soldado y una niña
nos dan un valsecito bailador.
Nos sale a saludar la gente linda...
Y loco, pero tuyo, ¡qué sé yo!:
provoca campanarios con su risa,
y al fin, me mira, y canta a media voz:
(Cantado)
Quereme así, piantao, piantao, piantao...
Trepate a esta ternura de locos que hay en mí,
ponete esta peluca de alondras, ¡y volá!
¡Volá conmigo ya! ¡Vení, volá, vení!
Quereme así, piantao, piantao, piantao...
Abrite los amores que vamos a intentar
la mágica locura total de revivir...
¡Vení, volá, vení! ¡Trai-lai-la-larará!
(Gritado)
¡Viva! ¡Viva! ¡Viva!
Loca el y loca yo...
¡Locos! ¡Locos! ¡Locos!
¡Loca el y loca yo
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